O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos | Crítica


O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos - Crítica
Por Paul Mark.


Nesta Última parte da trilogia iniciada por Uma Jornada Inesperada, Peter Jackson nos leva uma última vez até a terra média. A Batalha dos Cinco Exércitos começa no exato momento em que a Desolação de Smaug parou e vemos a cidade dos homens sendo dizimada pelo dragão. Toda a sequência do ataque é concluída como a introdução do filme culminando nos créditos iniciais.Este é o mais curto dos 3 filmes, com duração total de 2 horas e 24 minutos (Já foi anunciado que a versão estendida terá 30 minutos adicionais). O foco do filme fica na loucura de Torin causada pelo tesouro amaldiçoado de Erebor e na batalha do título. São mais de 40 minutos de batalha, cenas grandiosas e épicas, marcas registradas do diretor Peter Jackson, mas também podemos ver a conclusão da história do Necromancer, que se revelou Sauron em A Desolação, e a ligação feita com a trilogia de O Senhor dos Anéis. A liberdade criativa que Peter e os roteiristas tomaram utilizando partes dos contos inacabados só acrescentaram para a história. Podemos entender também os motivos que levaram Peter Jackson a introduzir o personagem Legolas já que ele não está no Livro e também a criação da personagem Tauriel, o que eu achei sensacional, mais não vou dar nenhum spoiler, fiquem tranquilos.Só posso dizer que Peter Jackson encerra de forma grandiosa esta nova trilogia, com cenas de batalhas lindas, excelentes efeitos especiais e como sempre a trilha sonora impecável de Howard Shore.Ao final quando sobe os créditos embalados com a linda canção The Last Goodbye composta por Billy Boyd, o eterno Pippin, não tem como não se emocionar, o sentimento de despedida é o que fica, o nosso último adeus a terra média.


Nota 5/5.
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Autor: Paul Mark

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