Annabelle | Crítica

Filme produzido por James Wan pega o clima sombrio de Invocação do Mal e documenta as origens da sinistra boneca Annabelle.



Após o espetacular Invocação do Mal(que ganhará uma sequência no ano que vem), já se suspeitava que a boneca sombria que roubou a cena no filme, ganhasse um longa só dela. E assim nasce Annabelle, agora dirigido por John R. Leonetti, colega de James Wan. 

E posso dizer que minhas expectativas foram atendidas!

A trama acompanha um casal que está esperando a primeira filha. Certo dia, John (Ward Horton) presenteia a esposa Mia (Annabelle Wallis) com uma boneca rara, que logo vira enfeite no quarto da criança. A vida pacata do casal é abalada após o ataque de membros de uma misteriosa seita. Traumatizados, John e Mia resolvem mudar de casa para esquecer o passado, mas uma onda de eventos malignos acompanha o casal.

Sem mais delongas... vamos para a crítica!
O spin-off de Invocação do Mal segue o estilo do original, garantindo muitos sustos e alguns clássicos clichês(o que seria do cinema de terror sem eles!). A boneca continua assustadora e a trilha sonora de Joseph Bishara nos deixa tensos à todo momento, dando um ritmo frenético ao longa.

E Leonetti ainda deixa muitas referências e easter-eggs de outros clássicos do cinema, como o Bebê de Rosemary e cita até Ed e Lorraine Warren, os investigadores paranormais de Invocação do Mal. Parece até uma forma de se redimir pelos péssimos Mortal Kombat - Aniquilação e Efeito Borboleta 2.


E os desconhecidos atores também não fazem tão feio como se esperava. Ward Horton tem uma participação razoável na trama e aparece em poucas cenas importantes. A trama foca mais na relação de mãe e filha entre Mia e Lea. Então Annabelle Wallis(Mia) não faz feio e participa das cenas mais tensas do filme, com direito à carrinhos de bebês demoníacos e perseguições em um prédio sinistro. A bebê Lea teve uma espontânea e incrível "atuação", chamando atenção em muitas partes do longa.

Apesar de alguns deslizes e uma solução bem fraca no terceiro ato, o roteiro de Gary Dauberman rende um dos grandes filmes de terror dos últimos anos, seguindo a cartilha Wan de sucesso!
Eu #Recomendo.

Nota: 4/5.

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Autor: Thiago Monteiro

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