O Doador de Memórias | Crítica

Adaptação do Best-Seller homônimo nos faz viajar por uma intensa trama visual e sensorial, quase nos permitindo ser um recebedor de memórias.  

O Doador de Memórias é uma belíssima trama áudio visual, em um mundo sem cores e sentimentos(resultado de controle por medicamentos), a sociedade vive em um futuro utópico sobre controle, tanto de suas emoções, quanto decisões(são designadas para suas respectivas funções), vivem e sobrevivem a margem do que lhes é dado e permitido (em certos momentos parece ser uma alusão ao nosso mundo tanto em termos políticos quanto religiosos), somente ao doador de memórias(Jeff Bridges) lhe é permitido o conhecimento. O jovem Jonas(Brenton Thwaites) é escolhido como o sucessor de Bridges portanto o recebedor de memórias, assim tendo segredos da humanidade e sensações que antes eram privadas reveladas e também como já esperado nesse tipo de trama Jonas se rebela contra o sistema.
Confesso que não li o livro e não conhecia a história e talvez tenha sido até por isso que tenha gostado filme, foi uma experiência agradável e meio diferente, saindo um pouco daquelas já manjadas tramas adolescentes. Apesar do filme não ter um grande final, tem um no minimo satisfatório e preciso, mas somente toda as descobertas históricas, visuais e sensoriais que são fornecidas pelo doador de memória já vale o meu #Recomendo e ingresso.  
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Autor: Marlon Matti

#UnaseaLiga
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