Hércules - Crítica

Divertido e grandioso mas com furos no roteiros e algumas gafes, Hércules do carismático Dwayne Johnson passa longe de ser épico.


O sonho e empenho do astro Dwayne "The Rock" Johnson, não foram o suficiente para salvar o filme de sua própria expectativa.
Desde o inicio das filmagens o longa é retratado como um épico e tido como o papel da vida de The Rock, temos que ressaltar o empenho do ator(que por sinal está um monstro, digno do papel) que com seu carisma até tenta levar o filme nas costas e durante algum tempo até consegue, porém entre gafes e furos no roteiro o filme vai perdendo a força, assim como o semi-deus humanizado nesse filme. 
Hércules é um mercenário atormentado por suas perdas, que agora age em bando lutando em troca de ouro, eu confesso que fiquei extremamente incomodado com o fato de nunca antes Hércules ter sido protagonizado por um ator tão grande em tamanho e carisma desta vez quando poderiam unir o físico e carisma de The Rock com a mitologia do semi-deus Hércules, ai eles decidem humanizar o herói/mercenário, ao longo do filme até parece ser uma boa sacada o fato de você não saber se ele é ou não o filho de Zeus, mas ao mesmo tempo gera uma expectativa mais do que alta para um final revelador (algo que não se concretiza).
Tirando o roteiro broxante o filme tem suas qualidades e não é todo ruim, as cenas de ação do filme são de encher os olhos, com batalhas muito boas e um Hércules que sabe se garantir em batalha. Além da ação o filme é bem divertido e vale o ingresso, talvez muito por causa de seu protagonista que usou sua força e carisma para não deixar o "Épico" de Brett Ratner afundar.  


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Autor: Marlon Matti

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