As Tartarugas Ninja | Crítica

Leonardo, Donatello, Michelangelo e Raphael, nossos heróis de cascos estão de volta, turbinados, musculosos e prontos pra detonar.

Go Ninja Go!
O reboot foca bastante nas origens das tartarugas, tendo erros e acertos no roteiro, erros que não chegam a ser significativos (algo que podemos ver já nas bilheterias), e não comprometem a diversão, na qual o quarteto também é ninja, o entrosamento entre os protagonistas, é um dos pontos alto do filme que entre brincadeiras e muita pancadaria, souberam respeitar a personalidade de cada um. Muito criticada ao ser escolhida para viver a repórter April O'Neill(Megan Fox) teve um papel de destaque no reboot, e mesmo que um pouco diferente da April que estamos acostumados, soube convencer.
O Destruidor (um dos meus vilões preferidos), em certos momentos estava quase irreconhecível, podendo ser comparado ao Samurai de Prata de Wolverine Imortal, mas apesar do excesso de lâminas, ficou mais aceitável no desenrolar da trama (quase um spoiler kk),
e protagonizou ótimas cenas de lutas,  juntamente com um dos personagens que mais me chamou atenção, mestre Splinter é quase um Jedi ao ensinar e treinar seus quelônios padawans.
Os efeitos especiais assim como as tartarugas são envolventes, e vale muito a pena ser visto em 3D, com cenas de extrema beleza e muita ação As Tartarugas Ninja de Jonathan Liebesman e Michael Bay não falharam como muitos temiam.



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Autor: Marlon Matti

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