Resenha: RoboCop - Homem e Máquina

Após o lançamento do remake de RoboCop do José Padilha, a BOOM! Studios aproveitou e lançou uma série de 4 histórias dessa nova versão do herói, que começaram a ser publicadas aqui no Brasil em março, pela editora Alto Astral (pelo selo Astral Comics).
Confiram agora a resenha da 1ª edição, RoboCop - Homem e Máquina.

A HQ começa com RoboCop detendo vários crimes, em um desses casos, ele detém um criminosos em sua casa com um tiro de espingarda taser e a filha do cara chega e expulsa o policial, que entra em pane.
Ele é examinado na OCP e nenhum problema é detectado.
Corta e vemos seu parceiro Lewis investigando um assassinato e vê bandidos roubando uma loja onde o Chris trabalha do outro lado da rua. RoboCop assiste aos motins, fica puto e cai no fight com a bandidagem e é chamado reforço.
Um dos marginais chama o RoboCop para o batalha, e a cada hora, eles iriam matar uma criança dum ônibus escolar sequestrado pela gangue. Robocop chega e dá um cacete (de taser!) em todo mundo, com direito a tiro na cara de uma mulher, seu amigo atira no chefe da gangue, a garotada é salva e RoboCop volta ao trabalho. FIM.

O roteiro de Michael Moreci é bem trabalhado, principalmente, na relação de Murphy e seu filho e tem começo, meio e fim. Tudo bem escrito em 28 págs., uma HQ bem curtinha.
Na arte, Jason Copland e seus desnhos muitos bem feitos, junto às cores de Juan Manuel Tumburús (What?!), dão um tom perfeito à história.

ROTEIRO: 3/5
ARTE: 4/5
NOTA: 3,5
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Autor: Thiago Monteiro

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